Atriz, produtora musical, compositora, escritora
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Cella Azevedo, 26, produtora musical, compositora, pianista, e atriz, Bacharel em artes cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Compõe, junto com Mavi, o duo Marujos, cuja trajetória inclui um disco de estréia, Marambaia (2017), o single “Eu Te Amo Mas Não Gosto De Você”, produzido por Maria Beraldo na Casa Escuta As Minas do Spotify, mais 4 singles lançados em 2020. Durante os últimos anos, passou pelos palcos do SESC, Sonora Festival, João Rock, Circo Voador (Projeto Nuas, com Ekena), SoFar Sounds, Vento Festival, SESI, Mundo Pensante, Memorial da America Latina (com As Baías), Sala de Estar, Cia da Revista, Oswald de Andrade, entre outros. Lançou seu primeiro livro, Incompletudes em 2022, pela Editora Caseira. Multi-instrumentista (com foco em piano), realiza experimentações nos palcos do teatro e da música, trabalhando com produção musical, trilha sonora, operação de som e sonorização, sendo alguns trabalhos: trilha (parcialmente autoral) ao vivo em “Isso não é arte”, por Liana Ferraz (2017); produção musical e composição da trilha de “Trezentos e Sessenta Graus” de Sonia Machado de Azevedo (2018); produção musical e trilha de vídeo-performance dirigida por Luaa Gabanini (2019-2020); captação, edição e mixagem de “Woyzeck” em formato de rádio-peça, pelo Teatro Dos 4 (2020/2021); captação e edição de “Mãe ou eu também não gozei”, de Letícia Bassit, em audio-peça para o SESC Itaquera (2021); produção musical, teclas e mix de "Gato e Sapato", por Canhestro (2022); mixagem e captação de violão de "Senhora de Mim", por Karmensita Barbosa part. Ju Strassacapa (2023), trilha original para "A Mãe Morta", por Beatriz Miranda, no CCSP (2022). Fundadora da Radiola Livre (antiga Radiocracia Já!), curadora musical, apresentadora do programa ao vivo “Hystéreas”, de música autoral de mulheres, e locutora do Democracy Now - além de vinhetas e jingles originais (2020). Em 2020, temporada de Distopia Brasil (por Pedro Granato) em CEUs da periferia de São Paulo e temporada virtual em 2021 - Em 2023, Cella volta para os palcos como atriz em "A Festa de Ridley, dirigido por Mateus Bruza, na Oswald de Andrade, e em agosto, no Pequeno Ato. Desde 2017 está produzindo seu primeiro disco solo, Hematoma, que finalmente toma forma e deve sair ainda esse ano.
Cella Azevedo, 26, produtora musical, compositora, pianista, e atriz, Bacharel em artes cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Compõe, junto com Mavi, o duo Marujos, cuja trajetória inclui um disco de estréia, Marambaia (2017), o single “Eu Te Amo Mas Não Gosto De Você”, produzido por Maria Beraldo na Casa Escuta As Minas do Spotify, mais 4 singles lançados em 2020. Durante os últimos anos, passou pelos palcos do SESC, Sonora Festival, João Rock, Circo Voador (Projeto Nuas, com Ekena), SoFar Sounds, Vento Festival, SESI, Mundo Pensante, Memorial da America Latina (com As Baías), Sala de Estar, Cia da Revista, Oswald de Andrade, entre outros. Lançou seu primeiro livro, Incompletudes em 2022, pela Editora Caseira. Multi-instrumentista (com foco em piano), realiza experimentações nos palcos do teatro e da música, trabalhando com produção musical, trilha sonora, operação de som e sonorização, sendo alguns trabalhos: trilha (parcialmente autoral) ao vivo em “Isso não é arte”, por Liana Ferraz (2017); produção musical e composição da trilha de “Trezentos e Sessenta Graus” de Sonia Machado de Azevedo (2018); produção musical e trilha de vídeo-performance dirigida por Luaa Gabanini (2019-2020); captação, edição e mixagem de “Woyzeck” em formato de rádio-peça, pelo Teatro Dos 4 (2020/2021); captação e edição de “Mãe ou eu também não gozei”, de Letícia Bassit, em audio-peça para o SESC Itaquera (2021); produção musical, teclas e mix de "Gato e Sapato", por Canhestro (2022); mixagem e captação de violão de "Senhora de Mim", por Karmensita Barbosa part. Ju Strassacapa (2023), trilha original para "A Mãe Morta", por Beatriz Miranda, no CCSP (2022). Fundadora da Radiola Livre (antiga Radiocracia Já!), curadora musical, apresentadora do programa ao vivo “Hystéreas”, de música autoral de mulheres, e locutora do Democracy Now - além de vinhetas e jingles originais (2020). Em 2020, temporada de Distopia Brasil (por Pedro Granato) em CEUs da periferia de São Paulo e temporada virtual em 2021 - Em 2023, Cella volta para os palcos como atriz em "A Festa de Ridley, dirigido por Mateus Bruza, na Oswald de Andrade, e em agosto, no Pequeno Ato. Desde 2017 está produzindo seu primeiro disco solo, Hematoma, que finalmente toma forma e deve sair ainda esse ano.
Fiz faculdade de Teatro no Célia Helena e foi extremamente transformador para mim - durante todos os anos de curso, eu participei de núcleos de pesquisa em corpo e voz e me envolvi em produções independentes dentro e fora da faculdade, com teatro de grupo, música, performance e literatura, pesquisas que sigo até hoje.