A arte de demonstrar sentimentos em palavras
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Eu me chamo Thamires, alguns me chamam de Tham, outros de Thami, mas independentemente dos meus apelidos, sou uma variante repleta de coragem que não costuma tropeçar em qualquer esquina.
A minha ousadia é como papel picado cheio de cores que quanto mais separa, mais aumenta.
Sou o espetáculo das luzes que cortam o céu numa noite maluca, porque sou atrevida, não me escondo nos meus pontos finais, pelo contrário, adoro desbravar a minha liberdade e ganhar o mundo como viajante do tempo, das horas, dos dias.
Apesar dos meus pecados, não me canso de pedir perdão e nem de agradecer, a gratidão é um traço firme na personalidade de quem sabe que precisa se doar duas vezes mais para conseguir alcançar um sonho, não reprimo a gratidão na minha alma, deixo invadir e me arrebatar, principalmente quando estou acometida pela melhor ideia dos últimos tempos, eu sonho, sonho muito.
Eu me chamo Thamires, e antes que tentem me definir, já aviso que não tenho definição. Os meus olhos estão prontos para enxergar uma esperança que ninguém vê, a minha alma dançante se entrega ao universo como quem abraça a felicidade e não solta. A gente só vive uma vez, por isso eu vivo a intensidade que mereço sem grandes justificativas, enquanto o vento me levar eu vou, e de preferência voando levemente atrás de qualquer coisa que me desperte um sorriso sincero de alegria.