Resiliente, empenhada, sempre pronta para novos desafios.
Em 2008 entrei no mercado de trabalho onde exerci arqueologia durante 8 anos.
Findos esses 8 anos, enveredei pela carreira de Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho, função que exerço até ao dia de hoje.
No liceu segui artes, porque sempre achei que era importante para um futuro adulto ter uma base de conhecimento artístico, filosófico, ter uma base académica que lhe proporcionasse a sensibilidade de ver o mundo para além das fórmulas mecânicas incutidas na generalidade da sociedade; um adulto, aquele que eu queria ser, deveria conseguir entender o mundo de forma abstracta também, conseguir olhar para dentro das pessoas, das rotinas, ter um pensamento muito mais “fora da caixa”. Não me enganei.
Terminado o liceu, segui uma paixão de criança, a Arqueologia. Fiz a minha licenciatura e trabalhei como arqueóloga durante 8 anos, o primeiro ano em escavações arqueológicas e os restantes 7 em acompanhamento de obras públicas. Fazia parte de uma equipa multidisciplinar de fiscalização de obra, constituída por técnicos de ambiente, de higiene e segurança no trabalho e engenheiros civis.
Entretanto, uma vez que sempre gostei de novas tecnologias, fiz uma Pós-graduação Tecnologias de Informação aplicadas às Ciências Sociais, em que fui a gestora de um projecto académico multicultural, composto por um grupo de portugueses, finlandeses e um canadiano. Uma vez mais uma experiência que acabou por se mostrar uma mais-valia para o meu futuro, em especial no que respeitou às disciplinas de gestão de equipas.
Mas foi a construção civil a minha nova paixão, em particular, a Higiene e Segurança no Trabalho. Ponderei, pesei os prós e os contras e decidi que estaria na altura de tirar novo curso e avancei para uma especialização em Higiene e Segurança no Trabalho.
Desde então sinto que posso fazer a diferença na vida de alguém com esta profissão, nem que seja uma a uma, pouco a pouco, fazer a diferença como Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho na vida dos trabalhadores, vale a pena.
Desde há mais de 6 anos que o faço, com sentido de missão.