Psicóloga, formadora
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Neste momento procuro um novo desafio profissional que me permita desenvolver novas competências e com outra população alvo, nomeadamente população adulta. Sou uma pessoa de pessoas como costumo dizer, daí a minha área de formação ser em psicologia. Sou apaixonada por comunicar, daí o curso de formadores, gostava de desenvolver a minha carreira a combinar as duas paixões, as pessoas e a comunicação, trabalhar em recursos humanos poderá permitir desenvolver esses dois interesses em simultâneo.
Tenho ambição em desenvolver a minha carreira na área empresarial, mas como a minha experiência é reduzida tenho encontrado muitos obstáculos, que penso conseguir diminuir através de formação especializada na área que pretendo fazer e, em paralelo absorver todo o conhecimento que conseguir por outras vias, nomeadamente a experiência pessoal e profissional que fui tendo ao longo dos anos e, que terei daqui para a frente. Acredito que somos mais as nossas competências intrínsecas e as que desenvolvemos ao longo do nosso percurso de vida do que, apenas e exclusivamente, o nosso currículo. Desde já agradeço a oportunidade de dar a conhecer um pouco do meu percurso académico e pessoal.
Com os melhores cumprimentos.
Boa tarde, serve este presente documento word para uma breve apresentação. Sou a Marta Nunes, tenho 27 anos, sou Portuguesa e terminei o meu mestrado em Psicologia Clínica a 19 de Março de 2021. A psicologia chegou à minha vida em 2015, mas antes explico como tudo começou...
Em 2014 terminei o meu 12º ano, decidi tirar um mês e meio de férias e logo de seguida ingressei no mundo do trabalho, comecei por trabalhar a full time num call center de vendas para um banco de renome e rapidamente saí do departamento de vendas e passei para a área de maior proximidade com cliente através da realização de inquéritos de satisfação sobre os mais variados contextos. Foi um trabalho desafiante a nível psicológico, devido á pressão exercida pelos chefes e pelos representantes do banco em si, eramos pressionados para atingir certos objetivos de vendas, nomeadamente cartões de crédito e créditos pessoais, tendo tabelas de avaliação muito especificas e rígidas que definiam o valor do ordenado para cada mês, conforme a performance de cada um. Durante um ano e meio foi este o meu contacto com o mundo laboral, sempre com o intuito de juntar dinheiro para ingressar na universidade.
Em 2015 consegui cumprir o objetivo a que me propus e entrei no curso de psicologia clínica na Universidade Lusíada de Lisboa, foram três anos de descoberta, de desenvolvimento pessoal, de muitas construções e desconstruções que até então nunca me tinha debruçado, foi uma aprendizagem não só académica como a todos os níveis da minha vida, sinto que a psicologia surgiu como uma profissão e como uma forma diferente de ver o mundo e as pessoas que nos rodeiam, o que me tranquilizou imenso, tendo em conta os obstáculos para exercer a profissão. Paralelamente à licenciatura, um dia numa aula em que se falou da psicologia em contexto de intervenção em crise, tive curiosidade em saber mais e decidi pesquisar por mim própria e foi aí que cheguei ao INSPSIC (Instituto Português de Psicologia e outras Ciências) com a finalidade de ingressar na pós graduação em Psicologia em Crise, Emergência e Catástrofe, conhecimento que levo para toda a vida enquanto profissional e enquanto pessoa. Em 2017 coloquei tudo em causa, nomeadamente se deveria continuar em psicologia ou se deveria realizar o mestrado noutra área, mais especificamente em recursos humanos, numa altura de reflexão e de reajuste de expectativas, até que mais uma vez por conta própria decidi procurar mais informação, surgiu a oportunidade de realizar um estágio curricular em recursos humanos para conhecer a experiência mais de perto, foi aí que cheguei à Egor - Empresa de recursos humanos e trabalho temporário, ao qual fiz um breve estágio de um mês e meio e pude viver a experiência de exercer na área de recursos humanos mais de perto.
Optei por seguir o mestrado de psicologia clínica, pelo facto de não me limitar e ter mais portas abertas para o futuro, neste caso poderia exercer em psicologia clínica e em recursos humanos, não me limitando a uma área em específico. Realizei o mestrado em psicologia clínica de setembro de 2018 a março de 2021, na Universidade Lusíada de Lisboa, onde tive a oportunidade de realizar o meu estágio curricular na ASA (Aventura Social Associação) em que lidei com várias problemáticas e várias faixas etárias, nomeadamente crianças e idosos, em contexto de reabilitação cognitiva e estimulação cognitiva num lar, acompanhamento psicológico a uma utente do centro de dia e acompanhamento psicológico a uma criança através do GAPPS (Gabinete de apoio psicológico agregado à universidade), fiz parte da implementação de um plano de promoção de competências sociais numa escola por forma a melhorar o relacionamento interpessoal dos alunos entre si, com os professores e com os auxiliares, participei numa investigação em cooperação com a Direção Geral de Saúde sobre o IPO de Lisboa, Coimbra e Porto e, ainda dinamizei conteúdos para as redes sociais da Associação. Realizei a minha tese com o foco nas crianças, população desafiante, ao qual trabalhei o tema “As práticas parentais percecionadas pelas crianças e a sua relação com os comportamentos de violência ocorridos em ambiente escolar”.
Paralelamente à minha vida académica trabalhei sempre em contexto comercial (lojas de vendas) até que cheguei ao Lidl em dezembro de 2020, numa altura de pandemia, de incertezas e de receio, quis juntar-me a uma empresa que me desse estabilidade para acabar o meu mestrado e consequentemente na procura de estágio profissional. Um ano depois ingressei no estágio profissional à ordem dos psicólogos, onde trabalhei com crianças em contexto de avaliação psicológica, acompanhamento individualizado, grupos terapêuticos, estimulação cognitiva e explicadora de centro de estudos, funções alocadas a uma IPSS. Após o estágio fiquei na empresa com contrato a termo certo.
Neste momento procuro um novo desafio profissional que me permita desenvolver novas competências e com outra população alvo, nomeadamente população adulta.
Licenciatura e mestrado em psicologia clínica, pós graduação em intervenção em crise, emergência e catástrofe, CCP, curso prático de recrutamento e seleção e integração de pessoas.